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Pirâmide de automação industrial: entenda como funciona

Pirâmide de automação industrial: entenda como funciona

Pirâmide de automação industrial: entenda como funciona

A pirâmide de automação é uma representação visual que visa organizar e ilustrar, de forma hierárquica, os cinco níveis de controle e de trabalho existentes no setor industrial e como tudo se relaciona na prática. Compreender a pirâmide nos permite ter grande noção de certos requisitos de infraestrutura industrial, tendo em vista que a mesma mostra o tipo e densidade de informação circulando em cada nível. 

É possível observar que, os níveis mais baixos se relacionam com os equipamentos utilizados “em campo”, que tem contato direto com o ambiente de produção.  Em oposição, os níveis superiores tratam do gerenciamento dos processos e da planta. Falamos aqui em softwares e dados de caráter mais corporativo.

A ideia da pirâmide de automação industrial é mostrar que, de fato, a sua base comporta uma quantidade maior de itens e informações em comparação ao topo. Porém, a medida que se sobe na pirâmide, as informações vão sendo melhor trabalhadas e o fluxo de dados, apesar de diminuir, vai aumentando em qualidade.

Níveis da pirâmide de automação 

Nível 1 – Aquisição de Dados e Controle Manual: O primeiro nível é majoritariamente composto por dispositivos de campo. Atuadores, sensores, transmissores e outros componentes presentes na planta compõem este nível.

Nível 2 – Controle Individual: O segundo nível compreende equipamentos que realizam o controle automatizado das atividades da planta. Aqui se encontram CLP’s (Controlador Lógico Programável), SDCD’s (Sistema Digital de Controle Distribuído) e relés.

Nível 3 – Controle de Célula, Supervisão e Otimização do Processo: O terceiro nível destina-se a supervisão dos processos executados por uma determinada célula de trabalho em uma planta. Na maioria dos casos, também obtém suporte de um banco de dados com todas as informações relativas ao processo.

Nível 4 – Controle Fabril Total, Produção e Programação: O quarto nível é responsável pela parte de programação e também do planejamento da produção. Auxilia tanto no controle de processos industriais quanto também na logística de suprimentos. Podemos encontrar o termo Gerenciamento da Planta para este nível.

Nível 5 – Planejamento Estratégico e Gerenciamento Corporativo: O quinto e último nível da pirâmide da automação industrial se encarrega da administração dos recursos da empresa. Neste nível encontram-se softwares para gestão de venda, gestão financeira e BI (Business Intelligence) para ajudar na tomada de decisões que afetam a empresa como um todo.

O esquema demostrado através da pirâmide de automação industrial tenta organizar os diferentes níveis de controle existentes através da divisão em cinco níveis hierárquicos. Os níveis mais baixos estão diretamente relacionados com os equipamentos utilizados em campo, enquanto os níveis superiores tratam do gerenciamento dos processos, da planta e da empresa.

Automação e automação industrial 

O sistema de automação é baseado em máquinas mecânicas, pneumáticas, hidráulicas, eletrônicas e elétricas que controlam seu próprio desempenho sem a intervenção humana.

Esse sistema se torna benéfico pois, por se auto controlar, promove mais segurança às pessoas, maior qualidade e rapidez na produção e consequente redução dos custos.

A automação pode estar presente em ambientes como o comercial e residencial, além do industrial, que já conhecemos.

Automação industrial é definida como o sistema que visa otimizar plantas industriais com maior eficiência, por possibilitar o controle dos processos por meio de maquinário capaz de se autorregular. Nesse caso, a atuação humana se resumiria a indicação de referências e supervisão.

A automação industrial é muito valorizada por evitar esforços manuais e/ou repetitivos dos operadores e os afasta de locais e operações perigosas. Além disso, permite um alto nível de qualidade no processo fabril, no geral.